domingo, 4 de maio de 2014



01. O QUE OS MOTIVOU A MONTAR A BANDA? 

Maharany: A vontade de passar a nossa mensagem adiante, de ter reconhecimento por este trabalho que vem sido lapidado desde 2007. 


02. QUAL O SENTIMENTO PARA A ESCOLHA DO NOME DA BANDA ¨DIABLERIE 
PROGENIE¨? 

Maharany: O sentido é “filhos da devassidão”, que no caso somos nós, passando a mensagem do 
total ódio ao cristianismo e todas as suas vertentes. 


03. O QUE OS INSPIRA PARA COMPOR SUAS CANÇÔES? 

Erebus: Os riffs surgem à partir de muitos pensamentos e conclusões tirados da ''sujeira do mundo'', 
da desonra das pessoas e dos mínimos detalhes que tornam o ser humano imundo. Também da 
misantropia em meio as matas do Rio Grande do Sul, que principalmente no inverno, nos 
transmitem a pureza e energia, que não obtemos em meio ao mundo atual. A escuridão da noite 
adiciona à melodia. 

Inglorion: Vem de bandas como ENTHRONED, SARCOFAGO, GORGOROTH, VENOM, 
SODOM, IMMORTAL, BATHORY, DARKTHRONE E DESASTER. 


04. E AS INSPIRAÇÕES PARA COMPOR AS LETRAS? 

Maharany: O intenso repúdio que sentimos pelos dogmas hipócritas, pelas atitudes imundas e 
baixas das pessoas, e muito da minha inspiração também vem diretamente da natureza. 


05. QUAL SUA OPINIÃO SOBRE AS RELIGIÕES? 

Diablerie Progenie: Somos contra as religiões que aprisionam os indivíduos em regras e usam a 
ingenuidade das pessoas para disseminar o charlatanismo e arrancar dinheiro do povo ignorante. 
É uma forma de dominação em massa que espalha dogmas falsos como doença ruim, as pessoas 
buscam espiritualidade e recorrem a hipocrisia, sempre ao invés de evoluir com seus erros culpam 
alguém com chifres, rabo, patas e asas. 

06. E SOBRE ATEÍSMO? 

Diablerie Progenie: Uma visão que tem que ser respeitada por ser direito de cada um. Nada contra, desde que não façam do ateísmo outra forma de fanatismo religioso.  


07. DEFINA O SENTIMENTO PELO BLACK METAL? 

Diablerie Progenie: Black Metal é a arte obscura pela qual conseguimos expressar todo o nosso 
ódio e insatisfação contra os falsos dogmas e a decadência da humanidade. É a guerra contra a 
hipocrisia e dogmas cristãos através de hinos de batalha. 

08. TU PODERIA NOS FALAR SOBRE A PRIMEIRA DEMO TAPE? 

Diablerie Progenie: Foi uma conquista que não veio sem sangue e suor. Batalhamos bastante, 
divulgando através da internet, e conseguimos lançar pela Interior Soul Zine e Distro de Sapiranga, 
RS e Obskure Chaos Distro de São Paulo, SP. A demo conta com 5 faixas de total blasfêmia e ódio. 
É uma grande satisfação e uma realização que esperamos somar à cena. 


09. COMO ESTÃO AS APRESENTAÇÕES AO VIVO? 

Diablerie Progenie: Os dois primeiros shows foram muito satisfatórios e esperamos poder realizar 
cada vez mais, estamos dispostos a percorrer todo o país. Temos alguns shows marcados, os 
próximos são dia 07 e 08 de junho. 


10. QUAL SUA OPINIÃO SOBRE A CENA UNDERGROUND NACIONAL? 

Diablerie Progenie: Há muitas bandas boas no cenário nacional, para solidificar mais o underground, 
acho que seria bom se as bandas se unissem e se apoiassem cada vez mais. Vemos muitas vezes 
bandas querendo passar por cima de outras, isso só atrapalha o trabalho sério. O underground é um 
eterno sobrevivente e infelizmente existe muita desunião entre bangers, segmentação de estilos e 
falta de comprometimento. Na hora de pagar ingresso e material as pessoas que se dizem reais 
pulam fora e felizmente podemos ver quem é quem. 


11. FALE-NOS MAIS SOBRE SUAS NOVAS COMPOSIÇÕES, LANÇAMENTOS E 
MERCHANDISE. 

Diablerie Progenie: A nossa primeira demo teve três edicões: a independente, foi lançada pelas 
distros Interior Soul e Obskure Chaos e também a versão tape, pela Panzer Records. Estamos 
trabalhando em novas composições para um futuro lançamento previsto para o final de 2014. 
As composições tem saído com facilidade, devido á paixão pelo estilo calcado no black metal da 
metade dos anos 80 a metade dos anos 90. 


12. OBRIGADO PELA ENTREVISTA. GOSTARIA DE EXPOR MAIS COMENTÁRIOS? 

Diablerie Progenie: Agradecimentos ao zine, ao Vagner Morte e todos os guerreiros verdadeiros 
que apoiam o real underground. 


 By: Marcos Baldur 










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